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O que as médias e grandes empresas da China fizeram para superar a crise do Covid-19

Com a pandemia do Coronavírus, muitas empresas ainda não sabem exatamente o que fazer para reduzir os impactos da doença. No entanto, a China, primeiro país que sofreu com medidas de restrições, já está colhendo os frutos do isolamento e as empresas, aos poucos, estão conseguindo contornar a situação. 

Mas o que as médias e grandes empresas chinesas estão fazendo para superar a crise do Covid-19? Quais foram as medidas adotadas? O que fizeram para começar a retomar a produção? Neste artigo, compilamos algumas ações que multinacionais fizeram para amenizar o impacto da doença. Confira! 

Home Office e mudanças de rotinas 

Assim como ocorre no Brasil, as empresas adotaram o trabalho Home Office na China como medida básica para superar a crise do Covid-19. Conforme a curva de infectados foi reduzindo ao longo das semanas, aos poucos, as empresas passaram a realizar uma transição. 

O que muitas ainda estão fazendo é um controle de fluxo, tanto em relação a funcionários, quanto de clientes. Determinados colaboradores trabalham apenas no período da manhã, outros apenas no período da tarde. Em relação a clientes, especialmente empresas que recebem um grande número de pessoas, estão controlando entradas e saídas. 

Além disso, também existe um controle de temperatura, cuidados de higiene, averiguações de comportamento, entre outras medidas para não deixar o vírus retornar com intensidade, afinal, ainda não existem remédios ou vacinas. 

Realocação de funcionários 

Outra solução que as médias e grandes empresas da China fizeram para superar a crise é o realocação de funcionários. Grandes grupos, que possuem diversos empreendimentos, estão fazendo um planejamento de realocar funcionários de segmentos que estão totalmente parados para setores que estão em funcionamento. 

Desta forma, os colaboradores continuam produzindo e contribuindo de alguma forma com o grupo. Obviamente, essa é uma realidade para um grupo específico de empresas, mas serve como uma sugestão de que é possível controlar a situação fazendo ajustes dentro do próprio quadro de colaboradores. 

Investimento no online 

Em 2003, a China também encarou uma epidemia grave: a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), uma doença respiratória viral. A SARS atingiu especialmente o país asiático e resultou em mais de 800 mortes pelo mundo. 

Nesta época, a China aproveitou a situação para investir em novas oportunidades de mercado, como o segmento online, que ganhou muita força na época e até hoje é um dos pilares das grandes economias. 

Agora durante a crise de Coronavírus, mais uma vez a tecnologia ganhou força e muitas empresas notaram que utilizando ferramentas no Home Office, a redução de custos é significativa. De reuniões por videoconferências até a gestão de colaboradores. Além disso, empresas que investiram em inteligência artificial e que não necessitam ou que exigem pouco contato presencial também tiraram proveito, mantendo boa parte da produção, mesmo com restrições de pessoas. 

Essas são algumas medidas adotadas por lá, após cerca de três meses de pandemia. Mas é bom lembrar que nenhuma voltou a rotina normal de trabalho e todo esse processo ainda está sendo realizado.

Escrito por Comunicação Funcional Consultoria